FIEPB e governo unem forças para mapear o futuro bioenergético do estado

Um protocolo de intenções para a elaboração de um estudo sobre as potencialidades bioenergéticas da Paraíba foi estabelecido entre a Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB) Secretária estadual da Infraestrutura e dos Recursos Hídricos.

A iniciativa busca ampliar conhecimento sobre a matriz energética do Estado e contribuir para a construção de estratégias de desenvolvimento sustentável, inovação e transição energética.

Durante a assinatura da parceria, pelo presidente da FIEPB, Cassiano Pereira, e o secretário da Infraestrutura, Jovânio Gomes da Silva, também foram apresentadas três iniciativas digitais voltadas ao setor energético. São elas: estudo das potencialidades da Paraíba para o Desenvolvimento da Produção e Uso do Hidrogênio de Baixo Carbono, Sistema de Informações Energéticas da Paraíba (SIE-PB) e o Balanço Energético da Paraíba (BEPB). As ferramentas reúnem dados estratégicos para apoiar o planejamento e a tomada de decisões no setor.

Para o presidente Cassiano Pereira, a parceria aproxima ainda mais o setor produtivo das estratégias de desenvolvimento energético do estado.

“Este protocolo representa a união de esforços entre o poder público, o setor produtivo e a academia para ampliar o conhecimento sobre o potencial energético da Paraíba e transformar esse conhecimento em oportunidades. A transição energética está diretamente ligada ao futuro da indústria, e investir nas energias renováveis significa atrair novos empreendimentos, ampliar a competitividade e gerar oportunidades para a indústria paraibana”, declarou o presidente da FIEPB..

Para o secretário Jovânio Gomes da Silva, o protocolo significa um avanço na construção de uma política energética mais estruturada para a Paraíba. “A integração entre governo, FIEPB, universidades e setor produtivo nos permite reunir conhecimento, dados e capacidade técnica para identificar nossas potencialidades”, explicou.

Já o secretário executivo de Energia e Transição Energética, Robson Barbosa, ressaltou a importância das ferramentas apresentadas. “As três iniciativas demonstram o compromisso com uma política energética baseada em informação, planejamento, inovação e visão de futuro”, avaliou.

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