Levantamento realizado pelo Procon municipal em 67 postos de revenda de combustíveis, nessa quinta-feira (12), constatou que a gasolina comum chega a ser vendida por até R$ 7,59 o litro em Campina Grande. O menor preço encontrado pelo produto foi de R$ 6,07, diferença de 25,04% de um valor para o outro. Diante desse quadro de disparidade, o consumidor terá de fazer pesquisas de preços antes de abastecer o seu veículo.
A gasolina aditivada, historicamente mais cara, curiosamente foi encontrada a preços que variavam de R$ 6,17 e R$ 6,79, com diferença de R$ 0,62 e variação de 10,05%. Os menores preços foram constatados em um dos postos do bairro Vila Cabral.
Entre os demais combustíveis pesquisados, o etanol apresentou a maior variação percentual, com preços entre R$ 4,34, encontrado no bairro São José da Mata, e R$ 5,99, diferença de R$ 1,65 e variação de 38,02%. Apesar disso, o produto mantém o menor preço médio entre os combustíveis analisados, com R$ 4,59.
O diesel comum apresentou preço máximo de R$ 7,98 e mínimo de R$ 5,85, encontrado no bairro Catolé, resultando em uma diferença de R$ 2,13 e variação de 36,41%. Já o diesel S-10 registrou preço máximo de R$ 7,99 e mínimo de R$ 5,89, valores encontrados nos bairros Bodocongó e Sandra Cavalcanti, com diferença de R$ 2,10 e variação de 35,65%. Ambos apresentaram preço médio de R$ 6,49.
O gás natural veicular (GNV) manteve estabilidade em todos os postos pesquisados, com preço único de R$ 5,21, encontrado nos bairros Catolé e Liberdade, sem variação entre os estabelecimentos.
Segundo o coordenador do Procon de Campina Grande, Waldeny Santana, garantiu que o órgão já iniciou medidas para investigar possíveis irregularidades.
“Estamos exigindo dos postos justificativas para o aumento, especialmente porque não houve anúncio de reajuste por parte da Petrobrás. O Procon está acompanhando de perto essa situação e dialogando com o Ministério Público e com o Procon estadual da Paraíba para avaliar possíveis práticas abusivas”, assegurou o coordenador.








