Operação da PC e MP desarticula comércio irregular de armas de fogo na Paraíba

A Delegacia de Combate a Circulação e  Comércio Ilegal de Armas de Fogo, Munições e Explosivos (Desarme) e o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB), deflagaram nesta quinta-feira (16), a operação conjunta “Sr. das Armas”, que desarticulou um esquema estruturado de comércio irregular de armas com atuação em todo estado.

Durante a ação, que envolveu cerca de 100 agentes e contou com o apoio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), do Grupo de Operações Especiais (GOE)  do canil da Polícia Civil, da Unidade de Inteligência (Unintelpol) e outras delegacias, foram cumpridos 8 mandados de prisão e 15 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. 

A operação está inserida no cronograma da Operação Nacional da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas, iniciativa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com quem o Ministério Público une forças no combate ao crime organizado e às facções criminosas.

A investigação

A investigação descortinou a atuação de uma organização criminosa estruturada, responsável pela aquisição, adulteração, transporte e comercialização clandestina de armas, abastecendo inclusive integrantes de facções criminosas atuantes no Estado da Paraíba.

As apurações identificaram ainda a divisão de funções entre os integrantes do grupo, com investigados responsáveis pela intermediação da venda de armamentos, transporte clandestino, adulteração de armas e articulação com grupos criminosos interessados na compra do material oferecido. As investigações permanecem em andamento, podendo resultar na identificação de outros envolvidos e na adoção de novas medidas judiciais.

Resultados

O material apreendido durante a operação será submetido à perícia, e os investigados poderão responder, entre outros crimes, por comércio ilegal de armas, organização criminosa e adulteração de sinal identificador de armas, cujas penas podem ultrapassar 10 anos de prisão.

Com informações e imagens Ascom PC

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